ÚLTIMAS DO CONCILIO GERAL
Concílio Geral não acaba no dia 16
O 18º Concílio Geral da Igreja Metodista não deu conta de tratar todos os assuntos previstos. Várias questões referentes ao ministério episcopal, presbiteral e diaconal ficaram para ser discutidas numa segunda sessão, que já tem data marcada: será de 12 a 14 de outubro. O local ainda será definido pelo Colégio Episcopal.
A designação dos bispos
No dia 12 de julho, quarta-feira, a Igreja Metodista elegeu sete bispos e uma bispa. Eles se reuniram e definiram para quais regiões serão designados. O anúncio da designação ocorreu por volta das 2h30 deste sábado. Ainda não se anunciou quem será o próximo presidente do Colégio Episcopal.
1ª Região Eclesiástica - Rio de Janeiro - Paulo Tarso de Oliveira Lockmann
2ª Região Eclesiástica - Rio Grande do Sul - Luiz Vergílio B. da Rosa
3ª Região Eclesiástica - Grande São Paulo - Adriel de Souza Maia
4ª Região Eclesiástica - Minas Gerais e Espírito Santo - Roberto Alves de Souza
5ª Região Eclesiástica - Interior de São Paulo, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Triângulo Mineiro e Brasília - Adonias Pereira do Lago
6ª Região Eclesiástica - Paraná e Santa Catarina - João Carlos Lopes
Região Missionária do Nordeste (Remne) - Marisa de Freitas F. Coutinho
Região Missionária da Amazônia (Rema) - Adolfo Evaristo de Souza
Concílio Geral tira Igreja Metodista de órgãos ecumênicos
Com 79 votos a favor, 50 contra e 4 abstenções, foi aprovada por volta das duas horas da madrugada de hoje, a proposta de que a Igreja Metodista se retire de “órgãos ecumênicos com a presença da Igreja Católica e grupos não cristãos”. A proposta também prevê uma revisão da Pastoral sobre Ecumenismo publicada pelo Colégio Episcopal. Ao final da votação, o Bispo Nelson Luiz Campos Leite fez uso da palavra para lembrar, ao povo metodista ali representado, que Cristo é maior do que doutrinas, dogmas e instituições. “Na época de Jesus não havia instituição. Instituição é transitório”. Ele lembrou também que, "atualmente, existe um `paganismo evangélico´ muito mais pagão do que qualquer um que existe por aí e ninguém fala nada”.
fonte www.metodista.org.br
O 18º Concílio Geral da Igreja Metodista não deu conta de tratar todos os assuntos previstos. Várias questões referentes ao ministério episcopal, presbiteral e diaconal ficaram para ser discutidas numa segunda sessão, que já tem data marcada: será de 12 a 14 de outubro. O local ainda será definido pelo Colégio Episcopal.
A designação dos bispos
No dia 12 de julho, quarta-feira, a Igreja Metodista elegeu sete bispos e uma bispa. Eles se reuniram e definiram para quais regiões serão designados. O anúncio da designação ocorreu por volta das 2h30 deste sábado. Ainda não se anunciou quem será o próximo presidente do Colégio Episcopal.
1ª Região Eclesiástica - Rio de Janeiro - Paulo Tarso de Oliveira Lockmann
2ª Região Eclesiástica - Rio Grande do Sul - Luiz Vergílio B. da Rosa
3ª Região Eclesiástica - Grande São Paulo - Adriel de Souza Maia
4ª Região Eclesiástica - Minas Gerais e Espírito Santo - Roberto Alves de Souza
5ª Região Eclesiástica - Interior de São Paulo, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Triângulo Mineiro e Brasília - Adonias Pereira do Lago
6ª Região Eclesiástica - Paraná e Santa Catarina - João Carlos Lopes
Região Missionária do Nordeste (Remne) - Marisa de Freitas F. Coutinho
Região Missionária da Amazônia (Rema) - Adolfo Evaristo de Souza
Concílio Geral tira Igreja Metodista de órgãos ecumênicos
Com 79 votos a favor, 50 contra e 4 abstenções, foi aprovada por volta das duas horas da madrugada de hoje, a proposta de que a Igreja Metodista se retire de “órgãos ecumênicos com a presença da Igreja Católica e grupos não cristãos”. A proposta também prevê uma revisão da Pastoral sobre Ecumenismo publicada pelo Colégio Episcopal. Ao final da votação, o Bispo Nelson Luiz Campos Leite fez uso da palavra para lembrar, ao povo metodista ali representado, que Cristo é maior do que doutrinas, dogmas e instituições. “Na época de Jesus não havia instituição. Instituição é transitório”. Ele lembrou também que, "atualmente, existe um `paganismo evangélico´ muito mais pagão do que qualquer um que existe por aí e ninguém fala nada”.
fonte www.metodista.org.br
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