12 abril 2006

FLORESCER AINDA QUE ENTRE PEDRAS!

Graça e Paz, queridos!
O título da pastoral desta semana e o texto no qual se baseia é um testemunho, extraído do "Calendário Luz e Vida". Que Deus te abençoe através desta leitura!

Era uma fase de muitas lutas e provações na minha vida. Certa manhã, ao sair para o trabalho, andava cabisbaixa pela calçada. Ao atravessar a rua, vi entre os paralelepípedos, no meio da rua, uma minúscula florzinha lilás que, apesar de pequenina, era muito bela. O que mais me impressionou foi que por ali passavam diversos carros, mas ela permanecia intacta. Colhi aquela flor e observei-a entre meus dedos. Então senti Deus falar ao meu coração: “Sabe quantas barreiras ela enfrentou para chegar até aqui? Ela floresceu mesmo entre as pedras”.
Aquela pequenina flor me ensinou uma lição preciosa: Deus, em sua infinita sabedoria, muitas vezes nos coloca em meio a dificuldades, tal como aquela flor entre as pedras, justamente para que possamos florescer em lugares onde nada se espera encontrar. Ali, onde tudo parece estar morto, Deus nos faz manifestar o seu poder e a riqueza da vida que encontramos nEle. As dificuldades são o desafio de Deus para que manifestemos sua abundância em lugares desertos e sem vida. As dificuldades, também, tal como as pedras que protegiam a florzinha das rodas dos carros, são permitidas por Deus para nos permitir crescer.


Observa-se que o Contexto Social de Gideão, que é de Sofrimento e Angústia porque o contexto de Gideão era o de Cativeiro, o que significa opressão e dificuldade de viver, o cativeiro funcionava como uma forma de executar uma lavagem cerebral nos cativos com relação à sua cultura, modo de viver e da sua religião.
Entretanto mesmo Gideão sendo filho de Joás que quer dizer - Jeová é forte, vivia em situação de morte provocada pelos adeptos de Midiã, que quer dizer - Contenda, por isso, viviam neste cativeiro com os Midianitas, que eram um povo que vivia no deserto (Gn 25: 2, 6; Nm 10: 29-31; Is 60: 6; He 3: 7;).

A primeira frase que chamou-me a atenção é :“O SENHOR é contigo homem valente”.
Essa é uma grande verdade esquecida pelos fiéis quando estão andando pelo “vale da sombra da morte”. Porque o momento em que se está vivendo uma prova, a tendência é esquecer que o Deus que prova é o mesmo que dá o livramento da prova: “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.” (1Co 10:13) A nossa garantia de livramento está toda ela escrita, e é justamente ai que está o segredo, pois, o que está escrito exige ser crido, e o crer passa pelo conhecimento: “Respondeu-lhes Jesus: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus.”( Mt 22.29).
Todo o tempo de vida de um cristão, deve ter sua firmeza em uma palavra de promessa poderosa: “Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera.”(Is 64.4).

A segunda frase é: "Porventura, não fui Eu que te Enviei".
Nesta frase está a grande diferença quando somos chamados a desenvolver um ministério ou qualquer outra atividade que envolve o nome e a pessoa de Deus, o fato é: quem que te enviou.

Assim sendo, o medo é a ausência de conhecimento do Deus da Obra que é o que envia.
Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus. (Salmo 20.7) Assim como o medo é a negligência no cumprimento da Palavra como se expressou Tiago à sua comunidade: “Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar.” (Tiago 1:25).
Será que o que estamos fazendo aqui nesta terra não é por envio de Deus? Se foi Deus que nos enviou, então, creiamos que tudo coopera para o nosso bem. Pois, o próprio Senhor Jesus disse: “Eis que eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.” (Mateus 10:16).

E para concluir, gostaria de destacar um trecho da ilustração que li no início, na ilustração da pequenina flor que nos ensinou uma lição preciosa: Deus, em sua infinita sabedoria, muitas vezes nos coloca em meio a dificuldades, tal como aquela flor entre as pedras, justamente para que possamos florescer em lugares onde nada se espera encontrar. Ali, onde tudo parece estar morto, Deus nos faz manifestar o seu poder e a riqueza da vida que encontramos n’Ele. As dificuldades são o desafio de Deus para que manifestemos sua abundância em lugares desertos e sem vida. As dificuldades, também, tal como as pedras que protegiam a florzinha das rodas dos carros, são permitidas por Deus para nos permitir crescer.
Amém!

0 Deixar comentário:

Postar um comentário

<< Início